Pescadores de Santa Luzia preocupados com o não pagamento do Defeso
- 2 de mar. de 2016
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Resolver a situação dos pescadores e marisqueiras da Colônia Z-17 do município de Santa Luzia do Norte, que apesar de inscritos não receberam o benefício do governo federal através do Defeso, está sendo a principal preocupação do presidente da entidade, Paulo Ferreira, que segundo a secretária da entidade Cláudia Bernardes, passou toda a manhã de ontem na sede do Instituto Nacional de Seguridade Social - INSS, objetivando encontrar explicações do não pagamento dos pescadores e marisqueiras, que se inscreveram na primeira fase do pagamento.
Enquanto entrevistava a secretária Cláudia Bernardes chegava à Colônia, a marisqueira Márcia Cristina Palmeira preocupada com a notícia de que teria que devolver a primeira parcela do Defeso. "Tem muita gente preocupada com isso porque estão falando que recebemos o Defeso errado, porque só quem tem direito são os pescadores do mar, o que eu considero uma injustiça. Todos sabem que milhares de famílias dependem do pescado que vem das lagoas Mundaú e Manguaba. Quando o pescado desaparece nestes meses de desova, vamos sobreviver do quê? A exemplo dos pescadores do mar, nós que temos a lagoa como canal de sustento, também precisamos desse benefício do governo federal", desabafou a marisqueira que ficou de retornar hoje à Colônia, para um esclarecimento do próprio presidente Paulo Ferreira.
Inscrições foram para Federação
A secretária Cláudia Bernardes mostra cópia de uma das 39 inscrições que foram enviadas para a Federação dos Pescadores, responsável pelo andamento dos processos. "Dessas 39 inscrições enviadas para a federação, não sabemos informar quantos pescadores foram beneficiados, porque eles não compareceram à colônia para confirmar se foram atendidos em seus objetivos. O que sabemos é que aproximadamente 10 pescadores e marisqueiras deixaram de receber o benefício", concluiu a secretária Cláudia Bernardes.
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