Quando morreu em 2014, a rezadeira Anésia era a mulher mais velha do Brasil
- 24 de fev. de 2016
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A falta de uma pesquisa mais aprofundada, evitou que alagoana Anésia da Conceição, fosse declarada quando morreu em 2014, aos 113 anos,a mulher mais antiga do Brasil. Em dezembro, uma reportagem exibida pela televisão, mostrou que a catarinense Alida Grubba, é a mulher mais velha do Brasil, com 111 anos. Quando morreu aos 113 anos, Anésia, era a mulher mais velha do País mas,o reconhecimento do estado, foi apenas como a mais antiga rezadeira de Alagoas, esqueceram-se até que Anésia, alem do titulo que não lhe foi dado que era a mais antiga do País, ela foi além de rezadeira, a mais antiga parteira de Alagoas.
Anésia, começou o ofício de parteira, aos 10 anos ajudando sua mãe e só parou aos 92, quando ficou cega do olho esquerdo e em função também de sua debilidade física. Portanto, ela morreu sendo detentora de três títulos. A de rezadeira, parteira e a mulher mais velha do Brasil.
Anézia nasceu em maio de 1902 e morreu de causas naturais.
Ela deixa cinco filhos, 30 netos, 59 bisnetos e 22 tataranetos.
Registro de Patrimônio Vivo de Alagoas por ser uma das mais antigas parteiras e rezadeiras do estado, Anézia Maria da Conceição, morreu com 112 anos, na madrugada desta quarta-feira (29), em Santa Luzia do Norte, de causas naturais. Nascida em 5 de maio de 1902 no povoado de Apolônia, em Satuba, Região Metropolitana de Maceió, Dona Anézia era muito conhecida por moradores da comunidade Quilombola por suas atividades.
Segundo a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), o ofício de parteira começou quando ela tinha apenas 15 anos, já o de rezadeira veio com os ensinamentos de seu pai, em Santa Rosa, na Usina Utinga. Apesar da morte, o título de Registro de Patrimônio Vivo é mantido pelo órgão.
Foto: José Silvestre/arquivo pessoal
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